Guia para organizar a primeira viagem ao exterior

Você finalmente juntou dinheiro, arranjou uma companhia animada e decidiu que 2019 será o ano para dar o play na sua primeira viagem internacional. Mas aí surgiu aquela dúvida: por onde eu começo a planejar o passeio fora do Brasil? Pode ficar tranquilo! Já enfrentei a mesma coisa e preparei um passo a passo para te ajudar até o embarque no aeroporto.

Então, prepare papel e caneta para anotar cada etapa do checklist primeira viagem internacional 2019:

  1. Tire o passaporte:

Você pode até explorar os países do Mercosul só com a carteira de identidade, mas por que perder a oportunidade de começar a colecionar carimbos no passaporte? Apesar de parecer pequeno, cada figura faz parte das lembranças de viagem. Então, acesse o site da Polícia Federal para dar início ao procedimento de solicitação do documento. Será preciso preencher o formulário, pagar uma taxa de R$ 257,25 e agendar o atendimento na unidade da PF.

  1. Verifique se o destino escolhido exige visto e vacinas

Com o passaporte em mãos, é a hora de escolher o país (ou países!) que pretende visitar e checar se a imigração exige visto prévio para autorizar a entrada no destino. A consulta pode ser feita no site da embaixada ou do consulado. Até o momento, não existe essa obrigatoriedade para visitar como turista a Europa, parte da África e da Ásia, pois o visto será concedido na chegada ao aeroporto. Veja a lista com os lugares que não exigem pré-visto para brasileiros.

Além disso, é preciso verificar se o país requer a imunização de vacina contra a febre amarela para liberar a entrada do visitante. A pesquisa deve ser feita diretamente no site da Anvisa. Caso seja necessária a comprovação da vacina, será preciso emitir o certificado internacional de vacinação ou profilaxia (CIVP). Veja como providenciar o documento.

  1. Faça o seu orçamento de viagem e compre moeda

Com a burocracia resolvida, é a hora de conferir a média de custos com alimentação, transporte e passeios no destino escolhido. O portal Quanto Custa Viajar oferece informações detalhadas de despesas em várias cidades do Brasil e do mundo para ajudar com a tarefa. Depois de definir o gasto médio por dia e fazer as contas da quantia total necessária para se bancar, programe-se para comprar aos poucos a moeda estrangeira até a data da viagem.

Caso decida levar o cartão de crédito para emergências, não esqueça de entrar em contato com o banco para avisar sobre a viagem e liberar o uso do cartão fora do país. Do contrário, a tarjeta pode ser bloqueada e te deixar na mão.

  1. Pesquise atrações turísticas para montar seu roteiro

Anote os pontos turísticos que sempre sonhou em conhecer no destino de viagem. Procure outros passeios na internet que tenham a ver com seu perfil e acrescente na lista. Depois verifique no mapa da cidade as atrações próximas para programar as visitas por região e assim organizar cada dia de roteiro. Na empolgação, cuidado para entulhar cada minuto com atividades. Deixe tempo livre para programações inesperadas!

  1. Comprar passagens

Após tanto planejamento, chegou o momento de abrir os sites de busca e começar a caça por passagens para o período da viagem. Consulte em várias plataformas, pois os bilhetes e horários disponíveis variam em cada um. Lembre-se de utilizar uma janela anônima para os melhores preços não fiquem escondidos e tenha flexibilidade em relação às datas de embarque.

  1. Reserve a hospedagem

Se já sabe o dia de chegada e retorno, agora só resta encontrar a acomodação perfeita para o seu estilo de viagem. Use sites de reserva como o Booking e Hoteis.com para checar as opções disponíveis e salve os favoritos. Depois verifique críticas, avaliações e até fotos reais de clientes no TripAdvisor para evitar cair em alguma espelunca.

Além dos hotéis tradicionais, hoje também existe a alternativa de se hospedar na casa de outra pessoa pelo AirBnB. O site permite alugar só um quarto na casa do anfitrião, mas também tem opções para alugar um imóvel inteiro. Se ainda não tem cadastro, acesse por este link e ganhe crédito de R$ 130!

  1. Veja o clima na época da viagem e prepare roupas

Saber a estação do ano, temperatura média e a previsão de chuvas é essencial para não errar na hora de arrumar a mala. Pesquise essas informações com antecedência para ter tempo de pedir emprestado ou mesmo comprar os itens necessários, especialmente se a viagem for para locais frios. Uma boa opção para comprar roupas especiais de frio aqui no Brasil sem pagar caro é procurar nas seções de trekking e ski da Decathlon.

  1. Prepare seus equipamentos eletrônicos

Cada país funciona com uma voltagem diferente e tem um padrão de tomada próprio. Para conseguir carregar o seu celular, câmera fotográfica e demais aparelhos eletrônicos será preciso um adaptador universal. Nem precisa sair de casa para procurar. É possível comprar baratinho aqui no Brasil por sites como Americanas e Submarino.

Além disso, como você vai ficar a maior parte do dia turistando na rua compensa investir em um carregador de bateria portátil para não ficar sem o celular durante as suas andanças. Nunca se sabe quando aquele clique perfeito de viagem vai acontecer ou quando será preciso de uma mãozinha do Google Maps para se localizar na cidade!

  1. Reunir a documentação necessária para imigração

Antes de embarcar, junte toda a papelada que deverá ser apresentada na imigração do aeroporto de destino para comprovar que deseja visitar o país a turismo e por tempo limitado. Além do passaporte, os documentos mais pedidos são:

  • passagens de ida e volta;
  • reserva de hotéis ou carta convite da pessoa que vai te receber;
  • holerites (para quem tem emprego fixo);
  • contrato social ou registro da empresa (para empresários);
  • declaração ou matrícula da escola (para estudantes);
  • dinheiro local;
  • extratos bancários para comprovar recursos suficientes para bancar a viagem.

A lista varia de país para país. Então, sempre confira as principais orientações no site da embaixada ou consulado. Coloque todos os documentos em uma pasta e carregue com você a cabine do avião. Não guarde esse material na mala despachada, porque só depois de passar na imigração é que terá acesso à bagagem, okay!?

  1. Adquirir seguro viagem

A gente nunca sabe quando um acidente vai acontecer ou quando vamos ficar doentes, né!? Esses são imprevistos que podem ocorrer durante uma viagem. Então, é sempre bom ter um suporte para nos ajudar fora do país. Até porque, fora do Brasil, nem todo país dispõe de sistema público gratuito de saúde.

Para entrar em qualquer país da União Européia, por exemplo, é exigido um seguro de saúde com cobertura mínima de 30 mil euros. Óbvio que a gente contrata para não usar, mas se precisar o serviço está à disposição. Faça a cotação e contrate o seu seguro antes de embarcar!

  1. Fazer as malas e embarcar!

Ufa! Depois de tantos preparativos, agora é só fazer as malas, seguir para o aeroporto e se jogar na sua aventura fora do Brasil. Só não esquece de deixar nos comentários se essa lista te ajudou ou alguma outra dica bacana para compartilhar, okay?! Boa viagem!

Estratégias para viajar fora do Brasil com dólar alto

O avanço do dólar, do euro e da libra vem nos fazendo arrepiar os cabelos desde o fim do ano passado. As moedas utilizadas nos destinos mais procurados no exterior entraram em uma tendência de alta alarmante e os picos assustadores levaram muita gente a desistir de viajar para fora do Brasil por achar que não cabe no orçamento.

Existem projeções de queda ao longo dos próximos meses com o resultado das eleições, mas, se não acontecer, será que a única solução é mesmo abortar o projeto de conhecer outros lugares do mundo? Eu acredito que não.

Apesar do real estar bem desvalorizado (atualmente perde até para o novo sol do Peru), há estratégias para conseguir driblar o câmbio, economizar e se aventurar fora do país. Afinal, a gente é brasileiro e o que não nos falta é jogo de cintura. Então, confere uma lista de dicas para te ajudar a planejar sua viagem internacional.

  1. Tenha flexibilidade

    Sabe a famosa lei do desapego? Então, não ter exigência quanto a um país específico é a forma mais simples de se jogar no mundo. As promoções de passagens aéreas aparecem todos os dias para diversos lugares e quem está com o coração aberto pode aproveitar entre os descontos disponíveis no período em que planeja viajar. Antes de comprar, só é interessante conferir se alimentação e hospedagem não são exorbitantes no local escolhido. Do contrário, a economia com o bilhete vai por água abaixo.

    Para quem sonha com um destino em particular, ter flexibilidade de datas facilita encontrar bons preços.  Uma estratégia eficaz é viajar fora da alta temporada do verão no Hemisfério Norte.  No período do outono-inverno na Europa e Estados Unidos (outubro a março), é comum achar preços atrativos de passagens e ainda gastar menos com hospedagem. O único contra é que nem todos os passeios funcionam na baixa estação.

    Quem só pode viajar nas férias de dezembro, janeiro ou julho tem alternativa de apostar em companhias aéreas novas e menos badaladas para conseguir voos mais baratos. Ao invés de focar a busca na TAM ou outra gigante, por que não voar de Air Europa, Alitalia ou Royal Air Maroc? É claro que o serviço tem falhas, mas, no geral, as empresas cumprem a obrigação de te levar ao destino.

  2. Dê preferência a redes locais de hotelaria

    Ao visitar um lugar pela primeira vez no exterior, é normal procurarmos por marcas conhecidas e acabamos indo atrás de hotéis de grandes redes consagradas no Brasil, como Ibis, Pullman, Hilton e Marriot. Só que os preços, infelizmente, ficam mais caros ao converter para a nossa moeda. Por isso, uma dica é pesquisar por pequenos hotéis e pousadas locais no destino da viagem.

    Pense bem: se em nossa cidade tem aquele hotelzinho aconchegante, limpo e barato que recomendamos para todo mundo, o mesmo acontece em Londres, Paris, Roma, Nova York e qualquer lugar do globo. Basta só um pouco mais de tempo e dedicação para descobrir.

    Uma mão na roda para evitar cair em alguma espelunca é consultar o site TripAdvisor, que traz avaliações de estabelecimentos e fotos reais tiradas por hóspedes.

    Além disso, os hotéis tradicionais não são o único tipo de acomodação. Hoje o AirBnB  permite alugar o quarto no apartamento de alguém (ou até o imóvel inteiro) em várias cidades do mundo.

    Para o viajante solo, o dormitório compartilhado dos hostels/albergues são também uma alternativa econômica. Nessa modalidade, você reserva apenas uma cama no quarto e divide o espaço com outras pessoas pagando super barato. Para viagem com grupo de amigos ou família, é possível  fechar um quarto por um preço mais barato que o hotel e repartir o valor. Fica a dica!

  3. Ande de ônibus e siga os hábitos locais

    Deslocamento e alimentação são dois itens que podem pesar os gastos de viagem em qualquer cidade, inclusive no Brasil. Por isso, imitar os moradores locais é uma dica para não extrapolar o orçamento. Ainda mais quando as despesas serão feitas em moeda estrangeira.

    Pesquise destinos com um bom sistema de transporte público e escolha hotéis com fácil acesso às linhas para se aventurar de metrô ou ônibus ao explorar a cidade. O táxi ou uber podem ser extremamente práticos e te deixar na porta das atrações, mas o valor que você gastaria em três ou quatro corridas é praticamente o mesmo de comprar um passe ilimitado para utilizar o transporte público por uma semana.

    Além de utilizar o sistema de transporte local, procure dicas de restaurantes, lanchonetes e cafeterias frequentadas pelos próprios moradores da cidade que você pretende visitar. Esses tesouros cotidianos tem um sabor mais verdadeiro e também oferecem preços reais, sem a inflação que tempera os famosos pega-turista.

    Na atual era da informação, temos o benefício de contar com grupos nas redes sociais e fóruns na internet onde viajantes compartilham vários detalhes sobre diversos lugares do mundo para se ajudar. Aproveite! E fique atento aqui ao blog porque sempre vou indicar os achados também.

  4. Trave cotações

    Pior do que o dólar caro, é a instabilidade do câmbio no Brasil. Não tem como prever o que vai acontecer com a cotação e, mesmo quando estamos numa tendência de baixa, pode surgir um novo escândalo político para bagunçar o cenário.

    Agora imagine programar uma viagem ao exterior e reservar hospedagem antecipadamente com o dólar a R$ 3,40 (saudades!), mas no dia de desembarcar no destino e efetivamente passar o cartão para pagar a reserva o dólar estar valendo R$ 4? Na conta final, essa diferença vai pesar no orçamento.
    Como não gosto de surpresas assim, sempre busco travar cotações para contornar a variação cambial e manter o controle do orçamento. Existem sites que permitem pagar o hotel em real ainda no Brasil e até parcelar o valor em suaves prestações.

    Uso o Hotéis.com e recomendo a ferramenta, pois os preços são competitivos em relação aos outros sites de reserva, o suporte é bastante dinâmico e ainda tem um programa de fidelidade que permite ganhar diárias de graça.

    Somado a isso, é oferecida a opção de comprar com cancelamento grátis. Então, se o câmbio baixar e os preços ficarem mais em conta, é possível cancelar sem estresse e receber o dinheiro de volta para refazer a reserva com economia.

    Pela minha filosofia viajante, também utilizo a lógica de travar o câmbio comprando em real os passeios com valores a partir de US$ 70 dólares (em torno de R$ 280). Os sites Decolar.com e Expedia oferecem diversas excursões em diferentes cidades do mundo e o custo, geralmente, é compatível.  Sempre compare com o preço na moeda original para checar se não estão cobrando a mais, okay?!

  5. Não compre seus dólares todos de uma vez

    parte mais chata da viagem e justamente o dinheiro para levar. Fora do país, são poucos os bancos que oferecem saque de recursos na conta corrente para socorrer em eventual emergência. Então, será preciso se organizar para definir a quantia necessária para se bancar no dia-a-dia.

    Como já temos vários detalhes para acertar, é comum deixarmos para comprar a moeda estrangeira na última hora. Só que podemos dar azar dias antes do embarque e estarmos em um dos picos do câmbio. Para driblar a situação e tirar o melhor proveito do sobe-desce, compre a moeda estrangeira aos poucos, com pequenas quantias ao mês, até a data da viagem.

    Sempre que sobrar um trocado, fique de olho na cotação e corre para comprar seus dólares, libras ou euros. Fica tão leve que dá para juntar o montante sem perceber.Só compensa comprar a moeda de uma vez se acontecer uma queda maluca do câmbio no Brasil e tiver o recurso em conta para desembolsar.

Cinco conselhos para a 1ª viagem sozinha fora do país

Há anos você sonha conhecer um novo país e já tem até dinheiro guardado para a viagem, mas vem adiando o embarque por um simples detalhe: ainda não encontrou alguém para ir com você. Então, talvez seja a hora de deixar o medo de lado e seguir para uma aventura solo!

Não vou negar que é bom demais ter alguém do lado para compartilhar experiências, rir dos perrengues e garantir cliques especiais do passeio, porém nem sempre é possível. Se já está difícil conciliar a agenda na vida adulta para um jantar com amigos, quanto mais dar a sorte de conseguir marcar as férias na mesma data.

Sim, tem gente que vai te olhar com cara de dó porque você decidiu ir sozinha. Também é verdade que você dependerá muito da boa vontade de estranhos para não ter um álbum exclusivo de selfies e ainda ficará sem ombro amigo para te tranquilizar quando estiver perdida na rua, sem bateria no celular… Mas preciso te dizer que existe um lado bom de voar solo.

Já pensou ficar três horas explorando o museu que achou interessante e não ter ninguém emburrado para ir embora? Ou evitar uma batalha todo dia para decidir o roteiro e escutar reclamação porque o passeio que você escolheu deu errado? E que tal o privilégio de desfrutar o silêncio para absorver a cultura de um país estrangeiro enquanto se encanta com um belo pôr-do-sol?

Por essas e outras, a falta de companhia não pode ser uma desculpa para deixar de viver uma aventura. Agora se partir sozinha para fora do Brasil ainda te dá frio na barriga, eu desenvolvi um guia com cinco dicas básicas para facilitar o início da caminhada e preparar a primeira viagem por conta própria.

  1. Comece pelo Brasil

Antes de aprender a correr, a gente precisa engatinhar, né?! Uma boa forma de se preparar para desbravar outro país sozinha é começar organizando uma viagem solo dentro do Brasil. Eu, por exemplo, fiz um “treinamento” passando as férias em Curitiba, antes de embarcar para a Inglaterra no ano seguinte.

O desafio é justamente concentrar em se tornar a sua melhor companhia, já que não haverá distrações com a língua falada e nem mistérios sobre os procedimentos em caso de eventuais emergências.

Lá no fundo, a gente sabe que consegue muito bem se virar sozinha. Falta só um empurrãozinho. Por isso, escolha uma cidade, aproveite um feriado prolongado, compre as passagens e explore o destino por conta própria.

  1. Opte por países que você entenda a língua

Se correu tudo tranquilo na etapa anterior, chegou o momento de voar mais longe. Então, comece a explorar o mundo por lugares onde você não terá problemas para se comunicar. Acredite: entender os anúncios de metrô e a conversa das pessoas ao redor ajuda a controlar o medo de estar só no exterior pela primeira vez.

Isso não significa que é preciso falar inglês ou espanhol. Mesmo quem não sabe outro idioma pode encontrar destinos onde a língua não será um total enigma, afinal o português é falado – com pequenas variações – em Portugal, em países do continente africano e até regiões da Ásia. Além disso, o portunhol também abre as portas para aventuras na América Latina e na própria Europa. Pesquise e garanta logo o primeiro carimbo desse passaporte.

  1. Escolha bem a hospedagem

Não reserve um hotel apenas porque é o mais barato. Confira localização, acesso a transporte público na região, segurança do bairro e procure resenhas de quem já se hospedou no estabelecimento. É melhor prevenir do que remediar, certo?

Para ajudar na tarefa, existe um site chamado TripAdvisor que reúne avaliações do mundo todo, inclusive com fotos reais dos quartos para te alertar de propagandas enganosas. A própria ferramenta de busca do Google também traz resenhas de clientes, além de permitir consultar o mapa para ver se o endereço não fica longe de todas as atrações da cidade.

Outro ponto importante é escolher um tipo de hospedagem em que você se sentirá confortável. Não precisa compartilhar um quarto com desconhecidos num hostel ou dividir apartamento com um estranho pelo AirBNB logo na primeira viagem, só porque todo mundo indicou para economizar. Já vai ter muita novidade para processar.  Vá com calma!

  1. Planeje seu roteiro

Não precisa sair do Brasil com cada minuto da viagem planejado, mas é legal fazer a lista com os lugares que não podem ficar fora do roteiro. Com essas ideias na mão, dá até para bolar um rascunho de itinerário juntando as atrações que ficam na mesma região e aproveitar melhor o tempo.

Ao fazer o seu mapa, você ainda pode planejar como será o deslocamento e se organizar para fazer passeios a pé ou utilizando o transporte público local. A propósito, sempre dou preferência a cidades com redes eficientes de transporte público para ter mais autonomia na locomoção e evitar a necessidade de andar sozinha de taxi/uber com um motorista desconhecido.

  1. Faça um seguro viagem

Imprevistos acontecem e – como o nome já diz – não tem como adivinhar quando eles vão aparecer. Um mal-estar ou problema de saúde pode virar uma complicação enorme para quem está em outro país sem nenhum amigo ou familiar para socorrer, pois nem todo lugar tem atendimento médico gratuito como o Brasil.

Por isso, contrate um seguro viagem para contar com assistência e um contato para recorrer caso alguma coisa dê errado. A gente sempre torce para não usar, mas se precisar é bom saber que está à disposição.

Dependendo do serviço contratado, o viajante pode ter suporte (e reembolso!) até mesmo para resolver complicações por atraso em voos ou perda de bagagem. Algumas apólices cobrem  inclusive as despesas de viagem para um familiar te encontrar no destino, caso você fique doente. Então, leia as letras miúdas com atenção antes de assinar o contrato e diminua as chances de dor de cabeça.